Vai uma remodelação?
“Não aleijemos a pobre humanidade mais do que ela já está com tantas sacudidelas da direita para a esquerda e da esquerda para a direita, de cima para baixo e de baixo para cima. Do individualismo para o colectivismo e do colectivismo para o individualismo”. Almada Negreiros, in "Ensaios".
30 de novembro de 2010
29 de novembro de 2010
NA EUROPA
No que toca a despesismo em causa própria, na Europa da UE, como cá, um exemplo de maus exemplos...
27 de novembro de 2010
26 de novembro de 2010
BLOCO CENTRAL
O PSD permitiu a aprovação da adaptação dos cortes salariais ao sector empresarial do Estado e Passos Coelho prometeu (!) estar atento. Uma espécie de sentinela democrática. É esperar para ver. Eu, nesta salgalhada política, acho que deve prevalecer a inteligente máxima socrática "Só sei que nada sei"... Para os que não conhecem esta magnífica máxima, deixo esta eloquente explicação:
25 de novembro de 2010
DONA DE CASA
Outra vez a vez a política de verdade. Em vez do FMI, chamem o Salazar! Ressuscitem o homem e vão ver como elas cantam. A sério, já ouvi este discurso, quase no mesmo estilo, há bem pouco tempo. Ainda se lembram?
"(...) Represento uma política de verdade e de sinceridade, contraposta a uma política de mentira e de segredo. Advoguei sempre que se fizesse a política da verdade, dizendo-se claramente ao povo a situação do País, para o habituar à ideia dos sacrifícios que haviam um dia de ser feitos, e tanto mais pesados quanto mais tardios.
Advoguei sempre a política do simples bom senso contra a dos grandiosos planos, tão grandiosos e tão vastos que toda a energia se gastava em admirá-los, faltando-nos as forças para a sua execução.
Advoguei sempre uma política de administração, tão clara e tão simples como a pode fazer qualquer boa dona de casa — política comezinha e modesta que consiste em se gastar bem o que se possui e não se despender mais do que os próprios recursos".
António de Oliveira Salazar, in 'Discursos (1928).
Advoguei sempre a política do simples bom senso contra a dos grandiosos planos, tão grandiosos e tão vastos que toda a energia se gastava em admirá-los, faltando-nos as forças para a sua execução.
Advoguei sempre uma política de administração, tão clara e tão simples como a pode fazer qualquer boa dona de casa — política comezinha e modesta que consiste em se gastar bem o que se possui e não se despender mais do que os próprios recursos".
António de Oliveira Salazar, in 'Discursos (1928).
Subscrever:
Mensagens (Atom)


