20 de outubro de 2011

O REGRESSO À MARMITA

Sugestões para marmitar!
É certo e sabido que o plano de ajustamento financeiro negociado com a "troika" está a penalizar a vida dos portugueses, pelo menos, nos próximos dois anos. Genericamente, vamos assistir ao empobrecimento generalizado do país. Resta saber se este caminho recessivo não vai fazer perigar a nossa soberania e se os portugueses vão conseguir sobreviver a medidas tão duras quanto injustas para os trabalhadores da classe média que arrisca o seu desaparecimento. Com o orçamento de Estado de 2012, em linguagem popular, o doente arrisca-se a morrer da cura. Voltar à década de 70 e à frugalidade da pobreza não era o caminho esperado para quem viu na União Europeia um “amigo” presente através dos fundos de coesão comunitária. As dinâmicas de pobreza trazem-nos à recordação velhos ícones. De facto, o país parece regressar aos tempos da marmita…

ACONTECEU

19 de outubro de 2011

ANIMAIS!

"A visão da águia, a energia de um dragão, a força do leão e a postura briosa da formiga".

É SÓ BOAS NOTÍCIAS

FAÇAM AS CONTAS!

Os Autarcas de Lafões mostram-se preocupados com os cortes nas transferências do Orçamento de Estado para as Câmaras Municipais no próximo ano. Uma redução que vai levar as autarquias a apertar ainda mais o cinto.
Segundo a proposta de Orçamento de Estado para 2012, da Região de Lafões, S. Pedro do Sul vai ser o município mais afectado, com um corte de 400 mil euros. O Presidente da Câmara, António Carlos Figueiredo, prevê tempos ainda mais difíceis.
Para enfrentar esta quebra nas receitas, a autarquia vai cortar no investimento e na despesa.
S. Pedro do Sul vai receber em 2012 do Estado cerca de 7 milhões e 600 mil euros, menos 400 mil euros que este ano.
Oliveira de Frades vai arrecadar aproximadamente 4 milhões e 300 mil euros, são menos 230 mil euros. Ainda assim, o Presidente da Câmara, Luís Vasconcelos, mostra-se mais preocupado com a alteração dos limites do endividamento.
Tal como S. Pedro do Sul, Oliveira de Frades também vai reduzir nas despesas, a começar pelas transferências de verbas para as Juntas de Freguesia e colectividades, que no próximo ano vão acabar.
Contactámos ainda o Presidente da Câmara de Vouzela que adiou para mais tarde uma reacção. No próximo ano, o Estado vai transferir para o município vouzelense perto de 5 milhões de euros, são menos 260 mil euros do que em 2011.
VFM Informação
2011.10.19

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